Dendranthema grandiflorum




Nome Popular: Crisântemo, crisântemo-do-japão, crisântemo-da-china, flor-de-pascoa
Nome Científico: Dendranthema grandiflorum
Família: Compositaceae
Origem: Japão e China
Porte: 0,5 a 1m de altura
Flores: em forma de margarida, anêmona, girassol, pompom, entre outras variedades
Clima: ameno
Luminosidade: pleno sol
Solo: não é exigente
Adubação: NPK rico em K
Irrigação: diária, menos em épocas de chuva
Multiplicação: por estacas






Junto às rosas, cravos e gérberas, o crisântemo (dendranthema grandiflorum) é uma das espécies de flores mais populares no Brasil e pode ser encontrada em qualquer floricultura.
De tão conhecido e por ter tantas variações de cores até em decoração de shoppings e eventos ele esta presente. Com muitos formatos e uma variedade de cores em todas as faixas, exceto tons azul, é eclético em arranjos multicoloridos e em combinações com outras espécies.
O preço acessível e o amplo trabalho de melhoramento genético, vem tornando-o uma das flores de corte mais cultivadas no país. Hoje existem dezenas de variedades, com inflorescências nos mais diferentes formatos: simples ou tipo margarida, anêmona ou girassol, pompom, decorativa, spider, globosa, entre muitas outras.
A maioria das espécies que compoem as linhagens dos cultivares atuais, é originária da Ásia, principalmente da China. Depois, também foi melhorado geneticamente no Japão, onde se tornou a flor imperial devido à popularidade naquele país. Com o passar dos tempos, a planta foi introduzida na Europa pelos holandeses, mas só florescia no Outono. Do grego, a palavra crisântemo significa "flor dourada" (chrysos-ouro e anthemon-flor).
Existem relatos de seu cultivo há mais de 2000 anos como flor de jardim na Ásia, e é também a flor nacional do Japão, onde foi cultivado na Europa pela primeira vez por volta de 1688-89, pelo mercador holândes Jacob Breynius, e há registros de sua entrada nos Estados Unidos por volta de 1764 no Chelsea Physical Garden. Mas foi somente por volta de 1789, que a introdução realmente começou, inicialmente pela França e no ano seguinte no Kew Gardens, na Inglaterra. Desde então, o crisântemo tem sido melhorado e selecionado não só em relação ao formato e cor, mas também na sua adequação ao cultivo durante o ano todo, resistência ao frio e calor e também na sua resistência pós-colheita.
Com o surgimento de novas variedades híbridas, essas desenvolvidas mais tarde na Inglaterra, Estados Unidos e na própria Holanda, o crisântemo passou a florescer o ano todo, com técnicas de controle de florescimento. Para se tornar tão popular no Brasil, não foi difícil, pois a planta tem flores que duram bastante, são resistentes, estão disponíveis a ano todo e possuem muitas variedades, o que atrai os consumidores em geral.
Da família Compositae, o crisântemo também é conhecido popularmente por crisântemo-do-japão, pelo histórico da planta. Na região sul do país é chamada ainda de flor de Páscoa. Se você quer uma planta saudável e com belas flores, deve levar em conta dois fatores: luz e água. Procure colocá-la em locais com temperatura amena e, de preferência, com dias curtos e noites longas.
Se ela receber cinco horas por dia de luz direta e ficar no escuro durante à noite, vai florescer constantemente. As regas devem ser frequentes, porém, o crisântemo não gosta de ambientes extremamente úmidos. Vale o velho truque de colocar o dedo indicador no substrato e perceber o nível de umidade. Em dias chuvosos, por exemplo, não é preciso molhar. Se regar demais, podem aparecer fungos e apodrecer a raiz. Se achar que exagerou na dose de água, você deve ficar um tempo sem regar a planta até que o excesso de água escoe pelo prato.
É uma planta rústica, que se recupera fácil. Quanto à adubação, recomenda-se o uso de 1 parte de nitrogênio para cada 1 1/2 parte de potássio, de preferência toda semana ou a cada 15 dias. Se for crisântemo de jardim, utilize esterco bem compostado. Seguindo esses conselhos, terá crisântemos sempre floridos e belos, enfeitando a casa e o jardim.




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